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Conforto térmico acessível a todos

17/06/2024
As famílias portuguesas têm calor no verão e passam frio no inverno: é fundamental mais sustentabilidade e eficiência para o conforto térmico ser acessível a todos. Esta foi a principal conclusão do Congresso Internacional “Edifícios do Futuro”.
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Analisar estratégias e conhecer soluções para enfrentar a pobreza energética e a ineficiência térmica em Portugal. Esse foi o objetivo de um Congresso Internacional que tem como tema “Edifícios do Futuro”. Um evento que, se realizou no passado dia 6 de junho, na Universidade do Minho, em Braga, e que reuniu cerca 200 especialistas e investigadores das áreas da climatização, construção e arquitetura, com o objetivo de sensibilizar, mobilizar e desafiar a indústria, o governo e os profissionais a encontrar soluções que respondam a dois dos maiores problemas no país, o desconforto térmico e falta de eficiência económica.

O evento contou com a participação de Altino Bessa, vereador do Ambiente e Turismo do Município de Braga, e de Miguel Bandeira, pró-reitor da Universidade do Minho.

Altino Bessa destacou a necessidade de se encontrar um “equilíbrio entre a sustentabilidade e o conforto, quer do ponto de vista financeiro do investimento, quer do próprio consumo energético, que terá de ser baixo”, tanto em edifícios residenciais, empresarias ou públicos. Miguel Bandeira, por seu lado, abordou o “desígnio da sustentabilidade”, considerando que, “atualmente, se trata de uma questão central nos projetos de investigação e nas próprias empresas, incorporando a cadeia de valor das organizações”.

“Um estudo do ISEG para a EDP revelou que 75% do edificado nacional não tem condições de isolamento térmico, recorrendo-se, quando existem condições económicas, com maior intensidade a dispositivos de aquecimento e arrefecimento. Ora este é um cenário que carece de mudança, de transformação e de respostas assertivas. Este encontro visa precisamente isso, desafiar todas as entidades e agentes com poder de decisão a apresentar, a debater e a definir linhas orientadoras que nos permitam ter, no futuro, edifícios mais eficientes e amigos do ambiente e, acima de tudo, famílias com mais conforto e bem-estar nas suas casas”, esclareceu Vasco Silva, diretor geral da Giacomini Portugal.

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Os dados dos Censos de 2021 mostram a realidade de Portugal: 14% das casas portuguesas têm aquecimento central e 80% precisam de melhorar o sistema de aquecimento, o que representa mais de três milhões de casas.

Em Portugal, “a literacia energética é baixíssima”, revelou Manuela Almeida, da Escola de Engenharia da Universidade do Minho, sendo necessário formar e sensibilizar os cidadãos. Além disso, “o Estado tem um papel fundamental para apoiar e promover as reabilitações abrangentes e profundas que temos de fazer nos edifícios”.

Para Isabel Sarmento, coordenadora da Comissão de Especialização em Engenharia de Climatização da Ordem dos Engenheiros, “o parque construído é enorme e é melhor apostar na renovação”. Já Luís Ramos, da Giacomini Portugal, apresentou várias opções de tecnologias de climatização viáveis e elevada eficiência que podem vir a marcar o futuro, como por exemplo a tecnologia radiante. Destas, a que mais surpreendeu os participantes e criou grande interesse foi a utilização de hidrogénio como fonte de energia para a climatização de espaços de forma silenciosa, eficiente, invisível e sustentável.

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