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O cidadão no centro da transição energética

O Instalador19/10/2021
7 em cada 10 portugueses são a favor de impulsionar as energias renováveis.
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Uma rápida transição para as energias renováveis será essencial para alcançar os objetivos de redução de emissões estabelecidos no Acordo de Paris, sendo precisamente a transição para a energia limpa uma das áreas de foco na COP26 - Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas.

O último Eurobarómetro conduzido pela Comissão Europeia mostrou que as alterações climáticas são o principal problema que o mundo enfrenta, segundo os europeus, que também são a favor de aumentar a utilização de energia proveniente de fontes renováveis, bem como de melhorar a eficiência energética europeia.

Os portugueses parecem concordar com a opinião do resto da Europa, com sete em cada dez (72%) a acreditar que existe uma necessidade de impulsionar as energias renováveis e afastar-se da dependência dos combustíveis fósseis. De facto, 86% dos portugueses estão convencidos de que a dependência das energias tradicionais será reduzida nos próximos anos.

Estas são algumas das conclusões de um estudo realizado pela ei energia independente, pioneira em soluções inteligentes de energia e especializada em autoconsumo solar fotovoltaico do Grupo Galp, para conhecer a opinião da população sobre o modelo energético do futuro.

Para que tudo isto seja possível, a prioridade para os inquiridos é que a Administração Pública promova o desenvolvimento das energias renováveis (33%), através de campanhas educativas que ajudem a sensibilizar a sociedade, bem como a aumentar os programas de subsídios e de ajuda.

Os portugueses também apelam à responsabilidade do sector empresarial e exigem que as empresas energéticas se comprometam a uma mudança de modelo energético (31%), mas uma maior percentagem, de 35% apelam à responsabilidade individual e veem a necessidade de mudar o nosso estilo de vida optando por fontes alternativas e sustentáveis.

Repensar a forma como consumimos energia

Como indicado no 6º Relatório de Avaliação do Painel Intergovernamental sobre Alterações Climáticas (IPCC) da ONU, apresentado em agosto passado, a evolução do aquecimento global continua a crescer, com um aumento previsto da temperatura global de 1,5 graus Celsius até 2040.

Estes dados confirmam a necessidade de estabelecer medidas de contenção para ajudar a travar as alterações climáticas. Face a este panorama, uma grande maioria dos portugueses (99%) vê a necessidade de repensar a forma como consumimos energia e nos comprometemos com novos modelos energéticos, mais eficientes e amigos do ambiente.

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“Vivemos numa época em que os consumidores estão mais conscientes e abertos do que nunca a novas formas de consumir energia. O perfil do consumidor está a mudar e há uma maior preocupação com o impacto que o seu comportamento tem no ambiente. Se estas energias alternativas também podem gerar poupanças significativas nas suas contas de eletricidade, o valor acrescentado é aumentado. Por esta razão, o autoconsumo solar é a solução perfeita para esta transição energética urgente. Por exemplo, uma casa unifamiliar com um consumo de 100 euros/mês que decide instalar painéis solares pouparia 500 euros por ano na sua conta de eletricidade e evitaria a emissão de 900 kg de CO2 por ano para a atmosfera”, afirma Ignacio Madrid, CEO da ei energia independente.

Os lares do futuro: tecnológicos e autossuficientes

Para 97% da população, as novas tecnologias renováveis irão revolucionar o sector energético. Este progresso tecnológico, que já se verifica há vários anos, juntamente com uma crescente consciência ambiental, influenciará outro aspeto que afeta diretamente a população: um novo modelo de habitação, que será cada vez mais sustentável, autossuficiente e inteligente.

Na verdade, para os portugueses, o impacto ambiental das suas casas já é muito importante. 65% dos portugueses valorizam positivamente o facto de as suas casas serem construídas com materiais sustentáveis e amigos do ambiente. Por outro lado, 64% prefere que toda a energia provenha de fontes renováveis, enquanto mais de metade (55%) aponta o autoconsumo solar fotovoltaico como a principal fonte de energia. Finalmente, para 32% é importante que a casa esteja totalmente conectada e possa ser controlada a partir de qualquer dispositivo.

“Graças à implementação de soluções energéticas inteligentes, nós, na ei energia independente, transformamos os lares em casas mais independentes e ecológicas com a integração de soluções de autoconsumo. Queremos tornar as pessoas conscientes do tesouro das novas soluções energéticas inteligentes, tais como o autoconsumo, e fornecer-lhes a mais recente tecnologia e soluções de financiamento à medida para se tornarem mais independentes e na vanguarda da inovação. Só assim poderão transformar as suas casas em casas inteligentes que combinem poupança, conforto e sustentabilidade”, acrescenta Ignacio Madrid, CEO da ei energia independente.

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