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Investir em fontes renováveis para ter eletricidade mais barata

12/10/2021
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Ministro do Ambiente e da Ação Climática, João Pedro Matos Fernandes acredita que uma maior aposta produção de energia limpa permite uma maior estabilização dos preços.

“A maneira de garantir que a eletricidade é mais barata na produção é investindo em fontes renováveis, e o solar mais ainda do que todas as outras, de forma indesmentível”, afirmou o ministro do Ambiente e da Ação Climática, João Pedro Matos Fernandes, na passada sexta-feira, aquando da inauguração da central fotovoltaica Riccardo Totta, em Alcoutim.

O ministro acredita que a aposta em projetos de produção de energia limpa não só irá permitir a redução de emissões de gases carbónicos como garantirá uma (maior) estabilização dos preços da eletricidade. Principalmente quando comparado com os combustíveis fósseis.

Em causa o disparar do preço da eletricidade que, segundo João Pedro Matos Fernandes está relacionado com o aumento do preço do gás.

Sobre as energias limpas o ministro aproveitou para referir que Portugal já ultrapassou os 2 gigawatts de energia elétrica produzidos a partir de fonte solar e que a meta definida para 2030 é de 8 a 9 gigawatts. No entanto, dados os projetos já licenciados, João Pedro Matos Fernandes acredita que esse valor será atingido mais cedo, provavelmente em 2025.

Central fotovoltaica Riccardo Totta

A central fotovoltaica Riccardo Totta tem uma potência de 219 megawatts e é, atualmente, a maior não subsidiada a operar em Portugal e uma das maiores da Europa.

São 661.500 painéis instalados em 320 hectares, num total de 40 postos de transformação que fazem a ligação entre a subestação da central e a subestação da Rede Elétrica Nacional (REN) em Tavira.

Promovida pela WElink Energy/Solara4 em parceria com a China Triumph International Engineering Company (CTIEC) é, segundo os promotores do projeto, cerca de cinco vezes superior à Central da Amareleja, que, em 2008, era a maior central solar do mundo.

Os valores disponibilizados indicam que a central permitirá 326 mil toneladas de dióxido de carbono (CO2), o equivalente à energia utilizada por 200 mil casas num ano.

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