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Gestão Técnica Centralizada de edifícios

Paulo Diniz | Diretor Delegação Norte da Infocontrol

28/10/2021

Nunca como nos últimos 10 anos, a tecnologia nos envolveu tanto no nosso dia-a-dia.

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A evolução tecnológica é um enorme desafio para a sociedade moderna, onde estamos tão dependentes das condições de fornecimento de energia para assegurar a nossa sobrevivência social e económica. Se por um lado temos a pressão das condições ambientais para nos obrigar a produzir energia mais limpa, por outro, temos o aumento exponencial das necessidades energéticas, que crescem diariamente a um ritmo alucinante.

Onde se enquadra a Gestão Técnica Centralizada (GTC) nestes desafios?

A simultaneidade no funcionamento dos mais diversificados sistemas eletrónicos que compõem um edifício moderno assume requisitos complexos, os quais não são possíveis de simular. A ocorrência de perturbações no seu bom funcionamento, por se tratarem na sua maioria de cargas não lineares, só é possível de gerir e manter através de um sistema de GTC corretamente programado.

Para manter os equipamentos em funcionamento otimizado, para conforto, rentabilidade do negócio e baixo consumo energético, é obrigatória a fiabilidade dos Controladores de GTC, aliada ao vasto conhecimento e experiência dos profissionais que desenvolvem os seus algoritmos de controlo. Uma grande vantagem são os algoritmos com possibilidade da programação, com a lógica apoiada em Inteligência Artificial, que permitem uma adaptação e aprendizagem constante dos sistemas e rotinas de controlo.

Defendemos que os sistemas de GTC devem ser evolutivos e não padecerem de um investimento inicial, que no pós-colocação-em-serviço, nunca mais são avaliados. Tipicamente, no mercado, cumpre-se o mínimo obrigatório pelo custo mínimo. Neste contexto, o resultado será mais uma tecnologia perdida no meio de tantas outras, sem obtenção de quaisquer vantagens.

Hoje, mais do que nunca, é premente a necessidade de se assegurarem condições de segurança, no que diz respeito à qualidade do ar e sua monitorização, para que possamos retomar a atividade profissional no interior dos edifícios. Se no contexto hospitalar este tema é um fator de enorme criticidade no controlo do fluxo do ar entre zonas limpas e zonas contaminadas, nos restantes edifícios o tema assume uma visibilidade que não deve ser ignorada, seja no momento do seu projeto, seja na necessidade da atualização desse requisito de monitorização da qualidade do ar nos edifícios existentes.

Sem informação em tempo real, não conseguimos tomar decisões! Quantos profissionais, são surpreendidos com paragens resultantes do acionamento de alarmes, que provocam paragem de equipamentos como baterias de condensadores, por exemplo, sendo posteriormente confrontados, pela análise da fatura de energia, com custos energéticos adicionais? Tão básica e tão real esta situação.

Atingir a neutralidade carbónica em 2050 e uma redução de 55% nos gases de efeito de estufa, é um desafio enorme, que terá de ser possível através da mudança de hábitos de consumo, mas também retirando dos Sistemas Autónomos de Controlo todos os benefícios possíveis. A Gestão Técnica Centralizada assume um papel muito importante nesta meta global.

A Gestão Técnica Centralizada da Infocontrol

A Infocontrol, com quase 40 anos de atividade, tem vindo a usar a sua experiência de engenharia nos mais variados setores económicos, para ampliar o seu know-how no que diz respeito à Gestão Técnica Centralizada. Temos uma experiência sólida acerca das reais necessidades que um sistema de GTC deve possuir e como traduzir esse investimento em vantagens económicas e ecológicas.

A oferta da Infocontrol S.A., assenta numa gama de controladores do fabricante SAIA-Burgess, pertencente ao grupo HONEYWELL, que oferecem a máxima fiabilidade no contexto atual das tecnologias IoT e que asseguram um elevado nível de integração nos mais variados sistemas que coabitam num edifício de serviços, industrial ou hospitalar.

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