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ISQ é um dos parceiros do projeto

Produzir biofertilizantes a partir de resíduos de pesca

Redação Induglobal15/09/2021
Chama-se ‘SEA2LAND’ e trata-se de um projeto europeu na área da bioeconomia que visa desenvolver e adaptar tecnologias para a recuperação de nutrientes provenientes de excedentes das indústrias de processamento de pescado e aquacultura.
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O objetivo é a produção de fertilizantes e aditivos de base biológica para incorporação em solos agrícolas.
Com um orçamento global de 8.8 milhões de euros, o projeto conta com a participação de 26 parceiros de 11 países e terá a duração de quatro anos, inserindo-se na estratégia europeia do Green Deal e do Novo Plano de Ação para a Economia Circular na Europa.
No âmbito da Eficiência de Recursos, uma das recentes apostas é a bioeconomia, que visa impulsionar a economia circular através dos princípios 'reduzir, reutilizar e reciclar', com a produção, utilização e conservação de recursos biológicos rumo a uma economia mais sustentável. Com vista a potenciar novas competências e soluções para o mercado nesta área, é urgente encontrar soluções que ajudem a superar os desafios relacionados com a produção de alimentos, mudanças climáticas e reutilização de resíduos.
O SEA2LAND responde a estes desafios, melhorando e adaptando tecnologias de recuperação de nutrientes para a produção de fertilizantes de base biológica a grande escala na União Europeia, transformando os subprodutos em nutrientes para as culturas.
“Através da valorização destes excedentes, o projeto irá contribuir para a implementação alargada de sinergias de simbiose industrial, para a redução do consumo de fertilizantes químicos e ainda para a diminuição da dependência europeia face a países terceiros no que diz respeito ao fornecimento de nutrientes ao setor agrícola”, adianta Pedro Matias, presidente do ISQ.
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Pedro Matias, Presidente do ISQ, destaca a importância do projeto e a necessidade de reduzir o consumo de fertilizantes químicos. 

“O ISQ irá desenvolver um sistema de apoio à decisão para suporte à valorização local/regional de subprodutos das pescas e aquacultura; fazer a avaliação de ciclo de vida das soluções tecnológicas a demonstrar; desenvolver atividades de suporte à futura incorporação no mercado destas soluções, nomeadamente, avaliação de conformidade dos novos biofertilizantes com a regulamentação comunitária e suporte ao desenvolvimento de modelos de negócio”, complementa Ricardo Rato, diretor de I&D+i.
O projeto irá funcionar com base em unidades piloto nas quais serão testadas nove tecnologias em seis áreas geográficas representativas do setor das pescas e da aquacultura (Norte, Báltico, Atlântico, Cantábrico, Mediterrânio e Mar Adriático). As tecnologias a aplicar vão desde processos mais convencionais e de baixo custo (bokashi, compostagem) a processos mais emergentes (hidrólise enzimática, fracionamento termomecânico).
O SEA2LAND é um desafio em que estão envolvidos Portugal, através do ISQ, Chile, Espanha, França, Bélgica, Itália, Malta, Croácia, Suíça, Noruega e Estónia.
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