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Climatização radiante: estado de espírito que expressa satisfação com o ambiente térmico

Luís Ramos | Engenharia e Formação na Giacomini Portugal23/04/2021
Numa sociedade contemporânea cada vez mais exigente, a procura de condições de conforto é cada vez mais elevada.
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Atendendo a que o conforto ao nível do ambiente interior dos edifícios e a eficiência energética dos sistemas de climatização estão diretamente relacionados com o consumo de energia dos edifícios, a climatização radiante assume-se como uma alternativa válida onde se destacam o seu baixo consumo energético, a obtenção de um perfil ótimo de temperatura com emissão térmica uniforme e compatibilidade com fontes de energia de baixa temperatura, acompanhando, assim, a tendência ecológica e ambiental da atualidade.

Mas o que será necessário para melhorar o já conhecido bom rendimento da climatização radiante?

É já sabido que os sistemas radiantes experimentaram um rápido desenvolvimento graças à sua capacidade de aquecer/arrefecer, assegurando uma distribuição de temperatura ideal, funcionando com uma pequena diferença de temperatura entre a água e o ambiente a ser aquecido/arrefecido, gerando maior conforto e bem-estar, sendo que a troca térmica total é dada principalmente pela combinação da irradiação com a troca térmica convectiva.
Para ser assegurado um nível de conforto elevado relativo às cargas sensíveis, uma ótima solução passa certamente pela combinação de sistemas radiantes, onde o teto radiante e/ou paredes são responsáveis pelo arrefecimento devido à convecção natural, que melhora o processo de arrefecimento e o piso radiante pelo aquecimento, que evita que o calor se estratifique no teto.

Contudo, reparemos nesta analogia relativa à fisiologia do corpo humano: o organismo para manter o equilíbrio térmico necessita de recorrer a meios de controlo sobre os mecanismos de trocas de calor entre o corpo e o ambiente, sendo que estas situações ocorrem quando o ambiente térmico exige uma maior ou menor produção de energia para equilibrar as trocas de calor. Ora, a este fenómeno chamamos de termorregulação, que deve também ser aplicado aos sistemas radiantes. O controlo destes sistemas deve garantir a manutenção das temperaturas interiores nos valores de projeto, independentemente das variações dos ganhos internos e das condições climáticas, de modo a tornar o sistema de climatização radiante mais flexível, adaptável e eficiente.

A termorregulação Giacomini oferece uma panóplia de sistemas de controlo inteligentes que permitem uma gestão avançada do conforto térmico

A termorregulação Giacomini oferece uma panóplia de sistemas de controlo inteligentes que permitem uma gestão avançada do conforto térmico. A regulação primária estabelece uma temperatura de impulsão da água aos circuitos radiantes variável em função de critérios de regulação adotados pelos sistemas de controlo.

Por outro lado, e de modo a otimizar o rendimento do sistema radiante, a regulação secundária tem por objetivo controlar a emissão de calor nas divisões climatizadas e manter dentro das condições de conforto a temperatura operativa, oferecendo uma solução racional para cada situação, conciliando o conforto com a economia de energia.

Aliado a um sistema de termorregulação avançado, os equipamentos de ventilação mecânica controlada (VMC), tornam possível tratar as cargas latentes, reduzindo os níveis de humidade interior permitindo, assim, maximizar a potência térmica do sistema em arrefecimento, já que permite otimizar a temperatura de ida da água sem que ocorram condensações.

A Giacomini disponibiliza soluções que garantem a salubridade e qualidade do ar interior, já que a ventilação no inverno impede a formação de fungos e bactérias, causados por uma humidade relativa elevada, e no verão, o vapor produzido pelas pessoas dentro dos edifícios deve ser atenuado por meio de sistemas de desumidificação adequados, podendo assim ser utilizadas durante todo o ano. Existe ainda a possibilidade de recuperação de calor, extraído do ar de exaustão que transfere energia térmica para o ar novo a introduzir no ambiente. O escoamento é efetuado por fluxos cruzados, sem existência de uma mistura física entre o ar extraído e o ar insuflado, trazendo esta solução também benefícios para o desempenho térmico e energético dos edifícios.
Em suma, os sistemas de climatização radiante, combinados com equipamentos especificamente projetados para a desumidificação do ar e sistemas de termorregulação inteligentes, representam uma opção de instalação interessante para se obter um conforto termo-higrométrico adequado e economia de energia significativa durante todo o ano.

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