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“COP25 deve ser uma cimeira de ação e não de palavras”, avisa a Oikos

O Instalador02/12/2019

A Oikos considera que o tempo das palavras e promessas vaga já passou, pelo que espera que a Cimeira de Madrid (COP25) seja um momento de ação e que sejam finalizadas as regras concretas de implementação do Acordo de Paris e os mecanismos de financiamento do combate às alterações climáticas sejam reforçados e implementados de forma a não contribuírem para o aumento do endividamento dos países em desenvolvimento.

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Começa segunda-feira, dia 2 de dezembro, a 25ª Conferência das Partes (COP25) da Convenção das Nações Unidas para as Alterações Climáticas (UNFCCC na sigla em Inglês), que terá lugar em Madrid em Espanha de 2 a 13 de dezembro.

"Após uma cimeira de 2018 que ficou muito aquém das necessidades reais do planeta, o último ano trouxe muitos exemplos da verdadeira urgência que vivemos atualmente. Desde as inúmeras ocorrências de fenómenos climáticos extremos (destacando-se os ciclones Idai e Keneth, que atingiram Moçambique, afetando milhões de pessoas e obrigando a uma operação de emergência de gigantescas dimensões, na qual a Oikos continua envolvida), até aos diversos relatórios técnicos e científicos que alertam para a degradação das condições (por exemplo, o recente relatório da Organização Meteorológica Mundial que afirma que as concentrações de diversos gases que contribuem para o efeito de estufa, como o azoto ou o metano, atingiram valores recorde na atmosfera", refere a Oikos em comunicado. 

E prossegue: "apesar dos progressos realizados (por exemplo, o Parlamento Europeu declarou o estado de emergência climática e o objetivo de reduzir em 55% as emissões de gases com efeito de estufa até 2030), as respostas da comunidade internacional continuam a não ser suficientes e teremos que reduzir anualmente as emissões globais em 7,6% durante a próxima década, se quisermos impedir que as temperaturas médias globais subam mais de 1,5°C no final do século".

A Oikos junta-se às vozes da sociedade civil que exigem mais dos nossos governantes e decisores, esperando que a COP25 resulte em:

  • Reforço do financiamento ao combate às alterações climáticas, materializando os compromissos anteriormente assumidos pelos países desenvolvidos e garantindo que os mecanismos que existem adaptam-se às reais necessidades dos países em desenvolvimento e não contribuem para o aumento da dívida externa de países desfavorecidos.
  • Concretização financeira real do mecanismo de compensação perdas e danos.
  • Conclusão dos processos iniciados na COP 24 em Katowice, incluindo a resolução da importante questão da proibição da dupla contabilização das reduções de emissões (cenário em que as reduções de emissões poderiam ser contabilizadas simultaneamente pelo país que reduz as emissões e pelo país que adquire, no mercado, essas reduções como offset das suas emissões).
A Oikos estará presente na segunda semana da COP25, entre 9 e 13 de dezembro, sendo representada por José Luís Monteiro.
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