Prémio Nobel da Química distingue desenvolvimento de baterias de iões de lítio
O Prémio Nobel da Química foi atribuído, esta quarta-feira, a John B. Goodenough, M. Stanley Whittingham e Akira Yoshino, pelo desenvolvimento de baterias de iões de lítio.
O anúncio do prémio, atribuído em simultâneo a John B. Goodenough, M. Stanley Whittingham e Akira Yoshino, foi feito esta quarta-feira em Estocolmo, na Suécia, pelo secretário-geral da Academia, Goran Hansson.
As baterias de iões de lítio têm como mais-valia o facto de serem leves, recarregáveis e potentes e estão atualmente presentes na maioria de equipamentos móveis eletrónicos, como telemóveis, computadores portáteis e até carros elétricos.
Segundo o Comité Nobel, estas baterias «criaram um mundo recarregável». E acrescenta: «as baterias de iões de lítio são usadas globalmente para dar energia a equipamentos eletrónicos portáteis que usamos para comunicar, trabalhar, estudar, ouvir música e procurar conhecimento». Além de terem possibilitado «o desenvolvimento de automóveis elétricos de longo alcance e o armazenamento de energia proveniente de fontes renováveis, como a solar e eólica».