Foto: Pedro A. Pina
Os dois machos juvenis vieram do Alaska Sealife Center, um centro de recuperação de animais marinhos que resgatou e reabilitou estas lontras que não poderiam ser devolvidas ao seu habitat natural.
Os seus nomes derivam dos locais onde foram encontrados, enquanto o Odi foi resgatado perto da lagoa de Odiak, o Kasi foi encontrado na região de Kasilof.
Estas duas novas lontras-marinhas fazem agora companhia às fêmeas Micas e Maré, nascidas no Ocenário há 18 e 20 anos, respectivamente.
Segundo Núria Baylina, Curadora e Diretora de Conservação do Oceanário, «o processo de adaptação das lontra-marinhas correu como esperado. Estiveram em quarentena 30 dias, em constante monitorização, até estarem perfeitamente adaptadas às novas condições. A introdução no habitat do Pacífico e a aproximação às duas lontras-marinhas fêmeas foram um sucesso».
O Oceanário de Lisboa acolheu estas lontras-marinhas que foram resgatadas pelo Alaska Sea Life Center muito debilitadas, com menos de um ano de vida.
Nestes casos, a reintrodução no habitat natural não é viável, uma vez que é durante o primeiro ano de vida que as crias aprendem com as progenitoras as regras básicas de sobrevivência, como procurar alimento e cuidar do pelo.
O apoio do Oceanário foi vital para garantir todos os cuidados necessários para a sobrevivência dos dois animais após o seu resgate.
Ao receber estas duas novas lontras-marinhas, o Oceanário de Lisboa «reforça o seu compromisso de contribuir para a proteção da biodiversidade marinha e de sensibilizar os visitantes para a conservação do oceano», garante a entidade.
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