ENTREVISTA 44 rápida e contínua. Para a Vulcano, investir na qualificação dos instaladores é também investir na qualidade e segurança das instalações. A nossa proximidade e conhecimento da realidade do mercado, permite-nos desenvolver cursos que se adaptam às necessidades específicas dos diferentes profissionais. Neste sentido, destaco os cursos de Instalação e Manutenção com uma duração de 48h e de 64h e que distinguem pela forte componente prática. Trata-se de um excelente compromisso, para quem pretende iniciar uma nova atividade ou mesmo, para aqueles que já têm experiência, mas necessitam de se especializar. Atualmente temos cinco cursos neste formato: • Instalação e Manutenção de Esquentadores • Instalação e Manutenção de Caldeiras • Instalação e Manutenção de Sistemas Solares Térmicos • Instalação e Manutenção de Ar Condicionado • Instalação e Manutenção de Bombas de Calor. O Instituto de Formação Vulcano distingue-se precisamente por apoiar os profissionais de forma contínua, com formação técnica atualizada e acessível. Um aspeto muito importante é o facto de as nossas formações estarem abertas a todos os profissionais do setor, independentemente de trabalharem ou não com a marca Vulcano. Isso contribui para um mercado mais qualificado, mais competente e mais profissionalizado. A confiança é um atributo frequentemente associado à marca. Que indicadores objetivos — durabilidade dos equipamentos, garantia, rede de assistência, investimento industrial — sustentam essa perceção no mercado português? A confiança é a pedra angular da nossa marca e o resultado de um trabalho consistente ao longo de décadas. É um atributo que construímos com base em indicadores objetivos e num compromisso contínuo com a qualidade, a fiabilidade e a proximidade ao mercado. Essa confiança começa na durabilidade e robustez dos equipamentos, reconhecidas por clientes e profissionais, mas estende-se muito para além do produto. Um dos fatores distintivos da Vulcano é o ecossistema de serviços associados, que inclui uma rede de pós-venda especializada com cobertura nacional, suporte técnico permanente, bem como apoio aos parceiros profissionais através do Gabinete de Estudos e Dimensionamento e do Instituto de Formação Vulcano, que contribuem para instalações mais seguras, eficientes e duradouras. A prova desta perceção é o reconhecimento direto dos consumidores portugueses, com a distinção da Vulcano por mais de 10 anos consecutivos com o prémio Marca de Confiança na categoria de Esquentadores, bem como com o prémio Marca de Confiança Ambiente, atribuídos pela Reader’s Digest. Estes prémios reforçam atributos como qualidade, fiabilidade e credibilidade, e demonstram que a confiança na Vulcano é uma experiência consistente e sustentada ao longo do tempo. A Vulcano é reconhecida como uma marca com forte ligação a Portugal. De que forma essa identidade influencia as decisões estratégicas, o investimento local e a relação com distribuidores e instaladores? A ligação da Vulcano a Portugal é um pilar estratégico da nossa identidade e um fator diferenciador claro no mercado. Somos uma marca portuguesa, com produção em Portugal, e essa presença industrial e técnica tem contribuído de forma consistente para o desenvolvimento do setor ao longo de várias décadas. Esta proximidade ao território permite-nos um conhecimento profundo das especificidades do mercado nacional, desde as tipologias do parque edificado, às condições climáticas e aos hábitos de consumo de água quente das famílias portuguesas. Esse conhecimento influencia diretamente as nossas decisões estratégicas, orientando o desenvolvimento de soluções mais adequadas, eficientes e ajustadas à realidade local. Ao mesmo tempo, esta identidade traduz-se numa relação de parceria muito próxima com distribuidores, instaladores e restantes parceiros, baseada na confiança, na proximidade e na capacidade de resposta rápida às necessidades do mercado. Para a Vulcano, estar em Portugal é estar perto dos profissionais e dos consumidores, adaptando a oferta de forma mais ágil e eficaz. “Os nossos equipamentos a gás estão a ser desenvolvidos para serem 'hydrogen-ready', ou seja, preparados para funcionar com misturas de hidrogénio, abrindo novas perspetivas para a descarbonização sem exigir a substituição total das infraestruturas existentes”
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