ENTREVISTA 41 Joana Peres Num momento em que o setor da água quente sanitária enfrenta os desafios da descarbonização, da eletrificação e da eficiência energética, Nadi Batalha, responsável de marketing da Vulcano, analisa a evolução tecnológica do mercado e o impacto destas mudanças nos profissionais do setor. Nesta entrevista, aborda a adaptação do portefólio da marca às novas exigências energéticas, o papel da formação técnica na qualificação dos instaladores e a importância da inovação, da assistência técnica e da digitalização na resposta às necessidades atuais das famílias e dos edifícios. Num contexto de descarbonização do parque edificado e revisão das metas energéticas nacionais, como está a Vulcano a posicionar o seu portefólio para responder simultaneamente às exigências regulamentares e às necessidades reais do mercado? A Vulcano tem adaptado o seu portefólio de forma contínua para liderar a transição energética no segmento de água quente sanitária (A.Q.S.), respondendo às metas de descarbonização com uma abordagem que é simultaneamente inovadora e pragmática, alinhada com a realidade do mercado português. Hoje dispomos de uma oferta alargada para A.Q.S. que inclui soluções elétricas dedicadas, como bombas de calor de alta eficiência e termoacumuladores otimizados, mas também equipamentos a gás de elevadíssima eficiência, concebidos para responder às especificidades das habitações existentes em Portugal. Paralelamente, temos soluções que incorporam energia solar térmica, reforçando o nosso compromisso com as fontes renováveis e a redução das emissões. Acreditamos que a transição energética em A.Q.S. deve ser feita de forma equilibrada e contextualizada, considerando as características do parque edificado existente, os custos para o consumidor e a disponibilidade das infraestruturas energéticas em cada território. Por isso, a nossa
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