8 Vulcano lança PrimeAqua Connect: termoacumulador elétrico com controlo via Wi-Fi A Vulcano, marca portuguesa, apresenta o PrimeAqua Connect, o novo termoacumulador elétrico que alia conforto, eficiência e conectividade. Pensado para responder às exigências e tendências de consumo, o PrimeAqua Connect vem equipado com conectividade Wi-Fi integrada que permite aos utilizadores controlar a temperatura, programar horários e monitorizar consumos diretamente a partir do seu smartphone, em qualquer lugar ou momento. Com função Smart, o PrimeAqua Connect adapta- -se aos hábitos de utilização das famílias e consegue ajustar o seu funcionamento garantindo água quente sempre que necessário e promovendo uma poupança real na fatura energética. A sua tecnologia de duplo depósito permite ainda uma maior rapidez no aquecimento de água, assegurando que o primeiro banho esteja disponível em metade do tempo, face a um termoacumulador convencional. O seu design compacto, ideal para espaços reduzidos, permite que possa ser instalado na horizontal ou na vertical, inclusive no interior de armários. A barra de fixação, exclusiva Vulcano, facilita a substituição de equipamentos existentes, tornando a instalação mais simples e rápida. Encontra-se disponível em vários modelos, com capacidades entre os 50 e os 120 litros. Nadi Batalha, responsável de marketing da Vulcano, indica que “o PrimeAqua Connect representa um passo importante na aposta da Vulcano na inovação, permitindo uma gestão mais eficiente da água quente e uma experiência de utilização mais simples e intuitiva”. Com este lançamento, a Vulcano reforça o seu compromisso com a inovação, eficiência energética, colocando a sua tecnologia ao serviço do conforto diário. EDITORIAL A transição energética deixou há muito tempo de ser um objetivo distante. Está a acontecer todos os dias, em obras, edifícios, fábricas e instalações por todo o País. Fala-se de metas, investimentos e inovação tecnológica. Mas há uma realidade que continua a merecer mais atenção: nada disto avança sem pessoas. Portugal tem registado progressos importantes nas energias renováveis, mas os desafios que temos pela frente exigem muito mais do que equipamentos modernos ou novas soluções tecnológicas. Exigem profissionais preparados para instalar, operar e manter sistemas cada vez mais complexos. O setor das instalações vive uma mudança profunda. O propano, o dióxido de carbono (CO₂) e a amónia são hoje uma presença crescente em projetos de climatização e refrigeração. As vantagens ambientais são evidentes, mas também aumentam as exigências técnicas e de segurança. Trabalhar com estes fluidos requer conhecimento, experiência e formação contínua. Ao mesmo tempo, continua a existir um enorme potencial de melhoria na eficiência dos edifícios. Uma instalação mal executada, uma manutenção adiada ou um sistema incorretamente dimensionado traduzem-se em desperdício de energia, custos mais elevados e menor desempenho. A tecnologia continuará a evoluir e a desempenhar um papel decisivo na descarbonização. Mas nenhum equipamento instala a si próprio, nenhum sistema se mantém sozinho e nenhuma inovação substitui o conhecimento adquirido ao longo de anos de trabalho no terreno. Num tempo em que a inteligência artificial ocupa cada vez mais espaço, vale a pena recordar uma evidência simples: a transição energética será feita por pessoas. Por técnicos, instaladores, projetistas e especialistas que todos os dias transformam objetivos em realidade. São essas mãos, experientes e qualificadas, que continuam a fazer a diferença. E são essas mãos que nenhum algoritmo consegue substituir. Mãos que nenhum algoritmo substitui
RkJQdWJsaXNoZXIy Njg1MjYx